de mel


mariana d 22
::arrogante::
::egoísta::
::luxuriosa::
é o que dizem. por mim, tudo bem

::de que vale seu cabelo liso e as idéias enroladas dentro da sua cabeça::


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30.10.06

sonhos
dormindo bem ou mal, eu sonho.

semana passada, eu estava saindo de uma praia, biquini ainda todo molhado do mar, e indo para um hotel. estava quente, eu tinha fome e aquele sono de quem ficou na praia tomando sol, se molhando no mar e fazendo nada. eu estava indo para o hotel para comer e dormir em uma rede que tinha na sacada (como a da pousada de paraty do ano passado, rede em que dormimos à noite sem perceber).

antes dessa noite, meu sonho tinha sido que eu estava usando um top - só um top. e que a minha barriga era linda, durinha, e por isso eu podia usar só um top. algumas noites depois eu sonhei com uma amiga que não vejo há anos, e a barriga linda era dela.

no sábado, eu sonhei que a urna eletrônica dava pau bem na minha vez de votar, e por isso eu passava horas na seção, sem poder sair. e perdia assim o meu domingo inteiro. (não, meus sonhos não são premonitórios há tempos)

e acabei de sonhar que conseguia finalmente falar com o professor sobre o trabalho de literatura. esse sonho já aconteceu pelo menos 3 vezes: quando eu começo a falar, minha voz não sai direito porque eu tenho um chiclete duro e enorme na minha boca, que impede a minha língua de se mexer. e eu tento tirá-lo da boca, mas ele gruda muito na boca, nos dedos, então eu continuo tentando falar, o professor fica olhando estranho, meus amigos ficam olhando estranho. e, mesmo ridícula, eu não desisto.

são onze e quarenta e eu acabei de acordar, na segunda-feira. não fui pra faculdade, não vou para o italiano. e só acordei porque sou obrigada a trabalhar.

Sabe!?...

28.10.06

não bastasse a espinha na ponta do nariz, nasceram hoje milhares de bolinhas, hãrps, no canto da boca. eu estou mesmo muito cansada e cheia de sentimentos intensos, para o bem ou para o mal. não há corpo que resista.

a cada dia eu me surpreendo mais com as pessoas - para o bem, intensamente; para o mal, com freqüência muito maior. acho que tá todo mundo precisando ser mais honesto com as suas vontades e com os outros. pior que coloque-se no seu lugar não é algo que se possa dizer sempre, nem pra todo mundo. no fundo, deve ser gente que não se pensa.

(só não estou amarga porque ando bem poliana)

Sabe!?...

26.10.06

eu acho bom quando alguns momentos da semana são excelentes. talvez, se eles acontecessem sempre (fazer Letras, por exemplo), eu não gostaria tanto, não esperaria tanto.
pleasure delayer?

talvez.

mas no momento, eu vou estar preferindo ser feliz todo dia. dá pra ser?

Sabe!?...

25.10.06

amanhã eu tenho uma entrevista de estágio. e não estou ansiosa; estou cansada. cansada de carregar compras de supermercado (comidas que meu tio vai folgadamente comer), de arrumar a casa, de trabalhar, de freqüentar aulas inúteis que só me fazem perder tempo de vida.

mas o pior de tudo é que estou cansada de mim.

ontem eu estava pensando em pessoas que são sortudas e fazem o que gostam. que fazem aquilo que alguns anos antes pensavam que seria sonho. sabe? eu estava pensando que algumas pessoas deram certo na vida, fazem o que gostam, e que isso é fantástico.

não era para ser assim comigo?

não pensem que a crise é pequena.

Sabe!?...

22.10.06

assim.
eu fui escolhida pelo tentação, que é um conto do legião estrangeira, e estou começando a análise. e passei o fim de semana fazendo isso, e queria passar a vida toda. então eu estou tão feliz.
e também eu sonhei essa noite com as palavras eu, outro e alteridade, e juro que é isso que eu estava procurando. achei muitos textos que falam de alteridade e da clarice. isso foi estranho, e está sendo tão bom.

quem quiser, tem o conto no google. e tem também um texto do caio fernando abreu chamado dois, três almoços, uns silêncios, que é uma explicitação do tema.


sim, sim, tem a tradução, o trabalho de história da ciência, o de fotografia. tem o mundo. mas eu não quero, não.
e talvez eu nem vá hoje assistir o cartola, e fique em casa lendo.

*suspiro*

Sabe!?...

21.10.06

eu tenho tentado ser gentil com as pessoas que eu não odeio. lembro de fazer perguntas, dou um beijo, sorrio. tenho sorrido muito, quando tento ser gentil. e é bom sorrir para as pessoas que eu não odeio, acho que elas nunca me viram sorrir e ficam surpresas. então ficar surpreso é ganhar um presente. e eu me sinto tão boa quando sorrio para eles, dividindo alguma coisa que eu nem sei o que é. vai ver é o segredo que eu descobri, e que só dá para contar assim, sorrindo.

o marcelo disse: foi um lapso de vida.

preciso ter essa vida sempre.

Sabe!?...

20.10.06

a delicadeza dos dedos um pouco bêbados, cada palavra ressoante ("ma-ri-a-na"), os sons tão calmos.

no peito um aperto da falta de amor.

estátua.

Sabe!?...


só eu estava flertando.
ele é gentil.

(e, apesar disso, nos faz desviar os olhos)

Sabe!?...

19.10.06

foi um flerte intelectual.
as mãos dele são muito mais velhas que o resto do corpo - as maõs nasceram e ficaram quarenta anos esperando que o resto do corpo nascesse - e os olhos, muito claros e escuros de verde acinzentado com riscos de azul. esses acabavam de nascer, muito impressionados e tão certos de sua existência que duvidei da minha. olhava por dentro, a gente esquecia como é que se pisca. melhor não continuar. e o nariz, vejam só, no nariz não reparei! porque foi, como eu já disse, um flerte intelectual.

eu estou reformulando a minha teoria sobre o fetiche do conhecimento, ou, antes, estou reformulando o fetiche do conhecimento, que era o seguinte: porque as experiências sensoriais, carnais, quase eróticas são as mais intensas, eu transformo (ava) o gozo intelectual em desfrute físico - e isso aconteceu já de diversas formas, posso citar como é ainda com a clarice: quando falam dela, eu esquento. agora, no entanto, eu estou aprendendo das diversas formas do gostar, apesar de ainda não saber os nomes delas.

hoje o flerte intelectual foi isso: um gostar.

as pessoas de quem eu gosto estranho são aquelas sem papel definido na minha vida. e sempre, sempre, não gostam assim de mim.

Sabe!?...

18.10.06

o houaiss dá àquele queijo as opções de nome "mozarela" ou "muçarela". só eu acho um absurdo?
(daqui a pouco a gente vai poder escrever "axu")

Sabe!?...


como uma boa menina que não quer crescer, comprei um diário. não é um diário, é um caderninho com uma capa bonita: uma mulher debaixo de uma árvore, de vestido, segurando um chapéu e fumando (por favor, não escrevam nos comentários sobre ela estar fumando, isso é o de menos), com os escritinhos: she had not yet decided wheter to use her power for good... or for evil. eu decidi fazer dele um diário, mas não diariamente. é onde eu vou escrever o que escreveria aqui, com um pouco menos de censura. comecei fazendo uma lista das coisas que eu preciso fazer para ser um pouco mais feliz. a primeira delas: morar sozinha ou com o marcelo. também tem uma sobre comer melhor, outra sobre achar um trabalho em que eu seja realmente útil com todos os meus esforços, outra sobre livros. e por aí vai. tanto as coisas práticas (tem uma sobre tcc) como mais abstratas e de longo prazo.

é que eu preciso ler coisas de auto ajuda. mas eu não confio na qualidade do que existe no mercado.

(e clarice está destrutivo demais)

Sabe!?...

11.10.06

sonho
eu estava morando com meu irmão numa pensão - era uma pensão estranha, numa rua escura. fedida, lençóis velhos, móveis arranhados. então eu decidia morrer. mas, como não tinha coragem de me matar sozinha, ia pedir pra dona da pensão me matar. ela era uma facilitadora de mortes conhecida: pagando uma quantia x, que variava conforme o cliente, ela matava sem dó, de diversas formas, sempre violentas, sumia com o corpo e não se falava mais nisso. eu dei para ela todo o dinheiro que eu tinha - que era pouco, juntado com esforço dos meus poucos trabalhos que pagam muito mal. pedia que ela me matasse no dia seguinte, e depois meu irmão, e depois mais quatro pessoas. não lembro quem eram, mas eram pessoas que eu não queria que continuassem sofrendo, e estar vivo era continuar sofrendo. tudo acertado, ela me mandou ir a um lugar determinado no dia seguinte, mas antes dar um toque no celular dela para avisar que eu estava chegando.

depois de tudo combinado, a vida ficou mais fácil. a solução estava próxima, eu sabia, e ficava imaginando como era o meu corpo morto, se ela arrancaria algum membro meu, se tiraria todo meu sangue, como seria. tinha que ser violento, para ser morte. eu estava quieta, calma, pensando em tudo isso, sabendo ter achado a solução, quando chegou uma pessoa. essa pessoa, estranho, tem um papel não definido e muito importante para mim. ela me perguntou se estava tudo bem, achou que eu estava estranha. eu negava, não tinha nada, mas ela sabia. ela perguntou se eu tinha feito alguma coisa errada, ou se ia fazer. e se eu estava arrependida. então, no mesmo momento, eu me arrependi, e passei a achar que tinha acabado com tudo, que estava errada, que não tinha mais o que fazer para me salvar, e meu irmão, e os outros quatro. porque a dona da pensão não ia voltar atrás, ela era muito rude e não voltava atrás em nada. então eu saí de perto da pessoa querida e fui telefonar para a dona da pensão.

lembrei que ela estava esperando meu telefonema, e era pra me matar. fiquei torcendo para ela atender o telefone, ao invés de só registrar minha ligação e se preparar para me matar. ela atendeu. eu disse rápido que queria cancelar tudo, que não queria mais morrer, nem que ela matasse os outros. e ela ficou quieta. prevendo que ela negaria, e sairia atrás de todos nós, eu disse que ela podia ficar com todo o meu dinheiro, aquele que eu já tinha entregado, e que eu não ia mais para a pensão, também, e ela podia ficar com as minhas coisas que estivessem lá. e as do meu irmão. que a gente ia sumir, não queria ela atrás, que íamos para a casa daquela pessoa querida. Nesse instante, a pessoa querida ouviu a conversa e estranhou - porque ela não queria que eu fosse para a casa dela, ela tem a vida dela e é tão independente de mim. ela naõ gosta tanto de mim quanto eu dela, é isso.

desliguei o telefone e comecei a pensar na casa de quem eu ficaria. não ia voltar para a pensão, não queria que a dona me visse nunca mais. vai ver podia querer me matar, para cumprir o nosso acordo que não poderia ser, quem sabe, desfeito. e eu não conseguia pensar em ninguém que pudesse me abrigar.


Sabe!?...

9.10.06

ia postar alguma coisa, mas não tenho assunto específico algum.
hoje estou caleidoscópica.

Sabe!?...

6.10.06

cheguei em casa - a casa de verdade, onde eu tenho meu quarto de verdade, durmo de verdade e como de verdade - e comi, dormi de verdade no meu quarto de verdade. eram cinco e pouco, dormi quase duas horas. ou um pouco menos.

agora estou bebendo vinho, e bebendo aos poucos, como nunca faço. acho que estou sem vontade. como hoje, na rodoviária. eu quis comprar um refrigerante, mas dá celulite. então um suco, mas eu não queria. água de coco? não. sorvete, donut, chocolate, qualquer guloseima, eu não quis. eu queria querer, mas estava sem vontade. só sentei no meu lugarzinho no ônibus, as malas entre as pernas, e dormi muito.

chegou o fim de semana mas tanto faz. eu trouxe livros, trabalhos atrasados, mas sei que não vou fazer nada. eu vou só dormir, comer, inventar alguma coisa para fazer, alguma coisa que me faça esquecer de tudo isso. hollywood faz o papel do álcool, no meu fim de semana. tanto faz.


Sabe!?...

5.10.06

quiz: o que há de ser de mim?

a) o mesmo de sempre
b) vou virar uma abrilzete, passar meus fins de tarde na academia e à noite fazer compras no shopping
c) vou virar uma jornalista 24-7, numa reviravolta da minha carreira, e trabalhar em jornal diário, seção cidades - ou melhor, política, e vou pra brasília ser correspondente
d) vou largar essa vida e ir ser feliz numa praia, vendendo pulseirinhas e água de coco
e) vou pular de emprego em emprego, reclamando sempre da vida
f) vou fazer letras e virar professora de literatura ou alemão
g) vou desistir de tudo, entrar pro greenpeace e salvar baleias no japão
h) minha vida é na augusta
i) vou casar ano que vem, ser sustentada pelo marido juiz, tomar chá da tarde com as amigas (não as atuais, que não vão ter tempo pra isso) e fazer trabalho voluntário para aplacar minha consciência
j) vou me politizar e reivindicar coisas, como uma boa comunicadora social
k) vou trabalhar em qualquer lugar, desistir da letras no meio curso, considerar toda noite a cicuta
l) nenhuma das anteriores
m) todas as anteriores

Sabe!?...


hoje eu reli o "amor" da clarice.

clarice lispector, concluí - definitivamente e sem mais a hipocrisia quenesse campo me era tão peculiar -, é a minha auto ajuda. de alto gabarito, devo dizer. eu sei que é cruel reduzir a claricinha a isso, eu sei, mas não adianta: eu gosto mais da elaboração literária do guimarães rosa e menos da da clarice. que são diferentes. ela também escolhe as palavras exatas, mas são as exatas que me fazem sentir; o guimarães me permite admirar, estudar, querer fazer igual. o guimarães me permite fazer ciência, a clarice me faz sofrer.

é o que eu queria dizer: a clarice é minha anti auto ajuda. é o oposto da ajuda, é o conflito. mas com tanto reconhecimento que eu não sei se consigo escrever um trabalho final (que é pontualmente o que menos importa, mas é um símbolo).

Sabe!?...

3.10.06

O que escrevo é só um clímax? Meus dias são só um clímax: vivo à beira

estava agora lendo as margens da alegria, do rosa, e a galinha, da clarice. os contos do peru e da galinha. naturalmente indicados por motivo didático. gostei de ler os dois juntos, em seguida. mas esse é só o contexto.

ia falar que estou gostando mais do rosa que da clarice, mas isso não se afirma sem ter certeza ou é traição. pode ser só um deslumbramento temporário, e logo voltarei à fidelidade do amor que dura.

de qualquer forma, o que importa é que senti muito a morte do peru. eu já sabia que ele ia morrer, mas estava ansiosinha com o menino. e esperando, e querendo. sofri. com a galinha foi mais solidariedade.

lembro que, faz 6 anos, um galo surgiu no meu prédio. estava no jardim que fica atrás, cercado por um muro alto, sem chances de sair de lá. não sei como entrou. olhei pela janela e vi o galo na árvore, no galho, cantando. estranho. em pouco tempo todos os vizinhos estavam na janela discutindo sem se ver o que fariam com o tadinho. a vizinha do primeiro andar, a que tem o quintal de acesso ao galo, foi até lá. não lembro se pegou com dificuldade ou não, para onde mandou, se comeu. lembro que eu sentei na minha escrivaninha, peguei um papel e uma caneta e fiquei pensando no galo. disse a meu irmão, que estava no computador ao meu lado, que ia escrever um conto sobre o galo. e fiquei muito tempo olhando, cabeça apoiada no braço, um pouco sorridente, um pouco confusa e espantada.

não consegui escrever nada. não tinha história ainda, ou só não tinha história; tinha aquela sensação de continuidade, de pertencimento ao galo, de compreensão. era só sentimento, sem palavra. não esqueci porque foi um dos poucos momentos em que não tive as palavras.

assim, como quando o peru morreu.

e essa sensação, a do galo, é a que eu tenho quando me meto a ler literatura que me apraz, ou quando me meto a tentar escrever alguma coisa. só o indizível, o conflito, o clímax. não sei explicar, não sei montar história. sei só sentir.

é porque eu sou racional demais, dada às ciências, e levemente sensível para as coisas inexplicáveis do mundo e do homem. eu sei que elas existem, mas não consigo expressá-las, então não consigo explicar, então não sei reproduzir. por isso nunca vou conseguir escrever.

eu estou triste.

Sabe!?...


aconselhada pelos amigos, tentei.

para o conformismo, a rotina do acordar cedo, pegar ônibus e concluir que a vida é assim mesmo.

para o estilo de vida burguês, lavei louça, arrumei a casa, trabalhei e à noite andei pelo shopping todo em busca de alguma roupa que me fizesse ter estilo (não achei nada, nos 5 andares de lojas chiques e caras).

os sonhos não precisaram de ponto final; precisavam sim de parágrafo-letra-maiúscula. não tenho sonhos. nem grandes, nem pequenos; nem por necessidade, nem por susto.

não me sinto mais feliz. não deu.

Sabe!?...


Não quero ter a terrível limitação de quem vive apenas do que é passível de fazer sentido. Eu não: quero é uma verdade inventada

eu gosto de literatura porque o mundo, lá, tem regras, sentidos, explicações, significados, começo-meio-e-fim, heróis e antagonistas.

vou até a garagem pegar meu rocinante, não me esperem pro jantar.

Sabe!?...

2.10.06

Volta amanhã, realidade!
Basta por hoje, gentes!
Adia-te, presente absoluto!
Mais vale não ser que ser assim.

Comprem chocolates à criança a quem sucedi por erro,
E tirem a tabuleta porque amanhã é infinito.


viajar por terras de som desconhecido e acordar com o sol iluminando as sombras estranhas da noite. outra pessoa, que não eu. por que insisto em ter sentido?



Sabe!?...


ontem à noite o medo terrível quase apareceu - eu engoli rápido e mudei de assunto comigo mesma. estava vindo para são paulo e paralisei de repente - por sorte, não no banco do motorista -, pensando o que eu estou indo fazer lá? então veio o medo infantil e a necessidade absoluta de proteção para a criança encostada na parede, chorando. estar aqui é não ter controle sobre nada. é estar nas mãos dos motoristas de ônibus, que chegam quando querem; do trânsito, que anda ou pára quando quer; dos professores, que dão aula ou faltam quando querem; do meu tio, que me atrapalha com a televisão quando quer; do meu trabalho, que é entediante quando quer; do namorado, que pode me ver quando quer; dos meus amigos, que me telefonam quando querem; do tempo, que é frio ou quente ou os dois quando quer; da comida, que está boa quando quer.

eu não sei não estar no controle. e eu não estou no controle de nada. o que decidirem é o que eu vou fazer.

e assim, é mais fácil pensar que o problema do mundo são os outros, e que eles fazem o que querem quando quiserem. e para mim, sempre, é a regra.

Sabe!?...